quarta-feira, 8 de julho de 2015

Córrego Samambaia tem limpeza depois de um pedido do Tico

No ano passado, após um pedido do vereador Tico Costa, uma operação especial de limpeza foi realizada pela Secretaria Municipal de Serviços Públicos no Córrego Samambaia. Suas margens foram limpas e o leito desassoreado, com o aumento da capacidade de vazão da sua calha. Mas, com o tempo, o mato voltou e a necessidade de refazer o trabalho estava na hora. E isso recomeçou hoje, no Córrego Samambaia, na extensão dos jardins Samambaia, São Pedro, Estoril e Centenário. Novamente, a pedido do Tico, acontece sua limpeza e desassoreamento. Uma conquista essencial para a saúde da população ribeirinha e dos moradores dos bairros próximos. Uma forma de se evitar enchentes futuras e eliminar animais peçonhentos e mosquitos.





terça-feira, 7 de julho de 2015

Tico se desfilia do Solidariedade e volta para o PP


"Venho informar a todos amigos e eleitores que hoje deixei o Solidariedade. Minha saída se deu depois um encontro com o secretário municipal de Esportes e Lazer, Dário Saadi, presidente da sigla, que assinou a desfiliação do partido no qual estava desde outubro de 2013. Com isso, volto para o Partido Progressista (PP). Minha passagem pelo Solidariedade foi importante. Conheci pessoas e vi novos projetos. Mas, pesou no momento a minha identificação com o PP, pelo qual me elegi vereador. Retorno para o partido que me acolheu quando optei pela política e onde deixei amigos e colaboradores. Agora, volto a me juntar à bancada do PP, composta pelo presidente da Câmara, Rafa Zimbaldi, e o pastor Jeziel Silva. E vamos continuar nossa luta por uma Campinas melhor. Juntos, podemos mais!"

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Tico reforça apoio à categoria dos transportadores escolares e ouve da Prefeitura que regulamentação do setor acontecerá

Acabou há pouco uma reunião do vereador Tico Costa com o secretário municipal de Relações Institucionais, Wanderley Almeida, e o presidente do Sindicato de Transporte Autônomo e das Microempresas de Transporte Escolar de Campinas e Região (Sintecar), José Brasilino dos Reis, após a manifestação da categoria, com cerca de 500 perueiros, contra o uso obrigatório das cadeirinhas no transporte das crianças. Segundo o vereador, da forma como está sendo imposta essa determinação é inviável por não levar em consideração que os atuais cintos de segurança não se adaptam à fixação do equipamento. Na reunião, o secretário propôs mobilizar deputados do PSB, em especial o deputado Luiz Lauro Filho, para negociar junto ao Contran adaptações a essa medida. "Obtivemos também a promessa de que a regulamentação da categoria em Campinas, que já foi discutida numa comissão que eu presidi, acontecerá", disse o Tico.

 

Na coluna Xeque-Mate, frase do Tico. E ele reafirma sua posição.

"Na coluna Xeque-Mate do jornal Correio Popular de hoje. É minha opinião: não discriminar ninguém por sua opção sexual, mas saber que a decisão de cada um deve ser feita, de forma pessoal, no momento certo, preservando uma infância onde meninos e meninas existem e assim devem ser tratados e vistos."

terça-feira, 30 de junho de 2015

Vereador Tico Costa fala sobre a votação de ontem que inclui artigo na Lei Orgânica do Município

"Na votação de ontem (segunda-feira), sobre um adendo à Lei Orgânica do Município que impede que se discuta e se inclua no currículo escolar a discussão sobre identidade de gênero, fui favorável a inclusão do texto na lei máxima que rege a nossa cidade. Isso por que, para mim, cabe aos pais decidirem sobre a educação dos seus filhos na infância. E essas crianças devem ser tratadas como menino ou menina na infância. Saberem o seu gênero biológico. Se, no futuro, optarem por serem homossexuais ou lésbicas é outra realidade. Tenho amigos e amigas que fizeram essa opção e não os julgo ou critico. A decisão, na maturidade, é pessoal. O importante é que todos sejamos felizes e amados dentro daquilo que escolhemos, sem discriminação ou homofobia dos outros. Mas preservemos a infância dentro que seria o normal, pelo menos para a maioria da sociedade, com meninos e meninas a viverem um mundo de diferenças biológicas concretas entre homens e mulheres. Votei sim e é assim que eu penso."

domingo, 28 de junho de 2015

Mais um gabinete itinerante do Tico Costa nos bairros

O vereador Tico Costa realizou ontem outro gabinete itinerante. Foi no Jardim Melina. Por que é dever do político estar junto com a população nos quatro anos de mandato, e não somente em véspera de eleição. Por que é prioridade de quem leva a sério o mandato que lhe foi dado por Campinas para representá-la e ajudá-la.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Moradores da Rua Santana aprovam melhoria depois de anos de abandono


A Rua Santana, no Jardim Santa Odila, era antes entregue ao abandono. De terra, com mato a crescer nas laterais, nos dias de chuva a impedir que moradores tivessem acesso a ela. Uma dor de cabeça não só para que mora lá, mas também para muitos que a utilizavam para cortar caminho. Após ouvir pedidos da população local, conseguimos junto à Secretaria de Serviços Públicos que ela fosse limpa, com a retirada de entulhos e vegetação lateral, ganhasse forração de brita compactada e fosse aberta uma vala para que a água possa escorrer. É um pedido da população que foi possível atender. Uma obrigação de levar ao Executivo os desejos e anseios das pessoas. De fazer valer nosso mandato em prol da população.
“Para o que estava, ficou ótimo. Em vista do que era, se melhorar, piora. Eu trabalho com reciclagem e o caminhão atolava direto. Já teve, inclusive, carro que tombou e ficou com as quatro rodas para cima. Agora o nosso caminhão chega sem problema.”

Marta de Oliveira Santos
“Foi a primeira vez que alguém fez algo por nós aqui. E foi rápido. Não deu nem um mês do pedido para tudo ficar pronto. Agora só falta um pouco de cola por cima da brita, para não se perder o que foi feito quando vierem as chuvas. Aí vai ficar 100%.”

José Carlos Machion
“Ficou muito bom. Além do que, se limpou todo o mato alto que tinha do lado. Seria legal agora se colocassem canaletas ou manilhas para correr a água e evitar que ela infiltrasse por debaixo da rua. Além de mais dois pontos de luz.”

Rita de Cássia Machion

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Reunião da Comissão de Segurança lança proposta da criação de um fórum permanente para combater o roubo de cargas


Criar um fórum permanente de discussão que reúna e integre as polícias Civil, Militar, Federal, Rodoviária Federal e Guarda Municipal, além de representantes do setor empresarial, como seguradoras, transportadoras e de segurança armada, para se combater com medidas conjuntas o roubo de cargas na região. Essa foi uma das decisões tomadas hoje durante o encontro da Comissão Permanente para os Assuntos de Segurança Pública da Câmara Municipal. Com esse grupo de debates, que teria reuniões mensais, se estabelecerá a linha de combate ao crime organizado, com a troca contínua de informações dos setores de inteligência e a criação de uma rede conjunta a partir da mancha criminal nas rodovias da região. A ideia, que partiu do coronel Paulo Roberto de Souza, assessor de segurança da Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado de São Paulo (Fetcesp), teve o apoio do secretário municipal de Cooperação nos Assuntos de Segurança Pública, Luiz Augusto Baggio, e a primeira reunião para a sua efetivação deve acontecer até o próximo mês.
“Certamente foi dado um passo importante para a integração no combate ao roubo de cargas na região. Só com um trabalho conjunto de todas as forças de segurança poderemos ter um quadro efetivo de redução neste tipo de ação criminosa”, afirmou o vereador Tico Costa (SD), que presidiu a reunião. Além do fórum de discussão, ficou decidido que a comissão irá encaminhar às empresas concessionárias das rodovias da região uma moção para que todos os “pontos cegos” das principais estradas sejam cobertos de sistema de monitoramento por câmeras e tenham sinal permanente de celulares – o que reduziria os locais que as quadrilhas utilizam para os roubos.
Nessa mesma linha, o secretário Luiz Augusto Baggio enfatizou a necessidade de se expandir o monitoramento por câmeras na região e no município. Atualmente, parte dos equipamentos externos e softwares utilizados pelo CIMCamp estão obsoletos, o que prejudica o real funcionamento do órgão numa integração regional. Por isso, a necessidade de se obter câmeras que estejam em condições de adotar um software que adote o Intelligent Video Analisys (IVA), sistema especificamente desenvolvido para a segurança de metrópoles, com tecnologia para reconhecimento de faces e leitura de placas de veículos, entre outras capacitações. Este sistema já está adotado em municípios da região, como Indaiatuba.
Baggio, entretanto, não deu um prazo para a efetivação dessa compra. Contudo, deixou claro que o plano para sua adoção está em curso. “Pretendemos ampliar a troca de informações com outras Guardas Municipais da região metropolitana sobre veículos suspeitos, por exemplo, monitorá-los. E vamos ampliar também em Campinas esse sistema. Já conversamos com a concessionária do Aeroporto de Viracopos (que tem 10 mil toneladas de cargas por mês) para que as suas câmeras estejam envolvidas no programa, assim como as dos shoppings. Essa integração de informações irá monitorar, por exemplo, a dinâmica de veículos que participam das ações criminosas. Afinal, sabemos que muitas vezes esses roubos de cargas são encomendados, planejados anteriormente. É só seguirmos os veículos suspeitos”, diz o secretário.


PROJETO CONTRA A RECEPTAÇÃO
Outra medida que a comissão da Câmara adotará é a elaboração de um projeto de lei para que o alvará de empresas que façam parte de um esquema de receptação de cargas roubadas seja cassado pela Prefeitura, com o fechamento do comércio. Na reunião, a discussão sobre a importância de se combater os receptadores – que são aqueles que compram as cargas roubadas e mantêm o esquema em funcionamento – foi considerado prioridade. “Infelizmente, muitas vezes o receptador é um grande comerciante estabelecido, que compra mercadorias de forma legal e com nota fiscal para a sua empresa, mas por causa da ganância também adquire cargas roubadas. Ele é o grande pivô do esquema, não o camelô que também, em alguns casos, a revende”, enfatizou o coronel Paulo Roberto de Souza.
Por isso se discutiu a necessidade de adoção de um regime de leis mais duras, já que hoje o receptador e aquele envolvido no roubo de cargas não ficam presos. “Nosso Código Penal é de 1.940. É de uma época em que o crime organizado sequer existia. Quem é preso por receptação pega uma pena de um a quatro anos e não fica detido, porque crimes até quatro anos são considerados brandos. O sujeito vai à delegacia, paga fiança e vai para casa. E volta a agir. Sem combater isso, não para o crime”, diz o coronel Paulo Roberto de Souza.
Segundo dados da Fetcesp, em 2.014 foram cerca de 17,5 mil casos de roubos de cargas no País, que geraram prejuízos de cerca de R$ 1 bilhão. São Paulo representa, como unidade da Federação, 48% do total desses crimes. Em 2.014 foram 8.510 casos. E este ano, no primeiro trimestre, já foram 3.133. “Se houver a manutenção de um quadro como o do ano passado, devemos ter um acréscimo de 9% até dezembro. E na região de Campinas temos a presença visível do crime organizado, com grupos fortemente armados e com alvo definido, que são as cargas de maior valor agregado. Campinas, infelizmente, paga pela sua pujança econômica, por ter um aeroporto internacional de cargas, estradas e rodovias importantes no tráfego das mesmas”, explica o assessor do Fetcesp.


REDUÇÃO NOS DADOS DA PM E DA CIVIL
Os números oficiais dos órgãos de segurança do Estado, porém, mostram um quadro diferente. Segundo o comandante do 4º Batalhão de Policiamento Rodoviário, Lourival da Silva Júnior, que cuida de 45 rodovias entre Campinas, Jundiaí e Piracicaba, até a divisa com Minas Gerais, o número de roubos de cargas tem diminuído. “O roubo de cargas é dinâmico, mas há pontos e horários mais corriqueiros, como ao entardecer e até às 21h, quando as rodovias estão cheias de veículos e há uma redução da visibilidade. E é neles que estamos agindo. No ano passado, prendemos 50 pessoas ligadas a furtos, roubos de cargas e receptação destas e dos caminhões. Mas boa parte fica livre no mesmo dia. Paga uma fiança de R$ 780,00 e sai. Mas, em 2.014, conseguimos reduzir em 22,3% o número de roubos. Eles caíram de 677, em 2.013, para 526 em 2.014. Este ano já prendemos 29 pessoas ligadas a este tipo de crime, com 91 casos de roubos no primeiro trimestre”, diz o policial militar rodoviário.
Para ele, porém, a questão de se combater a receptação é prioritária. “A receptação é que dá vazão a esse tipo de crime. Num dos casos, nossas equipes fizeram a prisão de um grupo com uma carga de carnes roubada. Mas, logo depois, chegou um empresário que tentou liberá-los. E acabou sendo preso também. Esse é o problema que devemos atacar: o foco de tudo, quem compra”, enfatiza o comandante Lourival da Silva Júnior.
Segundo a Polícia Civil, os números também mostram que Campinas estaria na contramão do roubo de cargas. Para o delegado Luís Segantin, do Deinter-2, no primeiro quadrimestre de 2.014 foram 136 roubos de cargas em Campinas. Já este ano, no mesmo período, eles são 88. “Em 2.015 já foram cerca de 40 criminosos detidos pelo Deinter-2 envolvidos no roubo de cargas. As nossas DIGs têm trabalhado nos casos. Mas Campinas é um ponto nevrálgico nessa questão, por causa de suas rodovias que são muitas, onde produtos de tecnologia de ponta, valiosos, estão em trânsito. O importante é enfatizarmos um trabalho em conjunto”, explica o delegado.


“Para o vereador Tico Costa, que preside a Comissão da Câmara, mais um passo importante foi dado na busca ao combate ao roubo de cargas. “De um lado temos um grupo de quadrilhas fortemente armadas, com fuzis e táticas de guerrilha. Do outro, as forças policiais com os recursos que têm. Logo, só com essa integração e troca de informações é que poderemos criar uma estratégia de combate que reverta o quadro”, diz o parlamentar. Além dele, participaram da reunião os vereadores Carlão do PT e Jairson Canário (SD). Da mesa ainda fez parte o vice-presidente do Sindicato das Empresas de Escolta do Estado de São Paulo (Semeesp), Paulo Rogério Rizo.

No jornal Metro de hoje


segunda-feira, 8 de junho de 2015

Comissão presidida pelo Tico vai discutir o roubo de cargas na região


São Paulo é o estado que lidera o número de roubo de cargas no País. E é a nossa região que tem uma denominação especial: “Triângulo das Bermudas” (espaço formado por Campinas, Hortolândia e Sumaré), onde o caminhão e a carga conseguem desaparecer do mapa em poucos minutos. Este ano, apesar do esforço das polícias civil, federal e militar, o número de ações criminosas continua alto, inclusive com o assassinato de caminhoneiros e roubos onde até rodovia é fechada. Diante dessa realidade, a Comissão para os Assuntos de Segurança Pública da Câmara de Campinas se reúne na próxima quarta-feira (10/06), na Sala Sylvia Paschoal (Plenarinho), às 14h, para discutir o tema.“Há aproximadamente um ano e meio nos reunimos com especialistas para debater esse assunto e, infelizmente, essa realidade se mantém. As estatísticas demonstram que os produtos eletroeletrônicos e farmacêuticos são os principais alvos das quadrilhas do asfalto, além dos gêneros alimentícios. Como centro dos roubos estão as rodovias Anhanguera (SP-330), Bandeirantes (SP-348) e D. Pedro (SP-065), que cortam Campinas. Na verdade, concentramos diversas montadoras de eletroeletrônicos e o fluxo de mercadorias têm como destino o Aeroporto de Viracopos.”, afirma o presidente da comissão, Tico Costa (SD).No “Triângulo das Bermudas”, agem as quadrilhas ligadas ao crime organizado – o chamado crime estruturado – que visa cargas com valores acima de R$ 100 mil. “Como já afirmou um especialista no assunto, o ladrão não é burro. Ele vai para onde o dinheiro está. No caso, São Paulo, com ênfase na região de Campinas”, enfatiza o vereador, lembrando que as quadrilhas têm informações privilegiadas e muitas vezes as ações se dão de forma idêntica, nos mesmos pontos. Por isso, o debate da comissão enfatizará saídas e outra meta: interromper a escalada do roubo de cargas e atacar o receptador final. “Só existe o roubo por que há o receptador. Enquanto não combatermos também essa realidade, não interromperemos o ciclo”, diz Tico Costa.No ano passado, o roubo de cargas chegou a 15,2 mil casos registrados em todo o país, segundo levantamento divulgado pela Associação Nacional dos Transportadores de Carga & Logística (NTC&Logística) no dia 16 de dezembro. Esse número representa um dado alarmante: 42 casos por dia, com prejuízos que somam R$ 1 bilhão para o setor. A região Sudeste concentra 81,2% dos roubos, sendo que somente São Paulo contabiliza 52,2% destes. Neste quadro, um dado que joga a favor das quadrilhas de roubos de carga: em São Paulo, que é responsável por mais de 30% do PIB nacional, a matriz de transporte tem nas rodovias mais de 90% do que é produzido e comercializado.

PARTICIPANTES DO ENCONTRO

Para reunião já confirmaram a presença o coronel Paulo Roberto de Souza, assessor de segurança da Federação das Empresas de Transportes de Cargas do Estado de São Paulo (Fetcesp); Edson Roberto Beraldo, assessor de segurança do Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas de Campinas e Região (Sindicamp); o delegado responsável pelo 2º Deinter, Kleber Altale; o vice-presidente Paulo Rogério Rizo (MS Serviços de Segurança) e o delegado federativo Ronaldo Toneloto (Grupo Protege) pelo Sindicato das Empresas de Escolta do Estado de São Paulo (Semeesp); e o delegado da Polícia Federal, responsável pela Comunicação Social do órgão, Jessé Coelho de Almeida. Da Comissão de Segurança fazem parte, além de Tico Costa, os vereadores André Von Zuben (PPS), Jota Silva (PSB), Carlão do PT e Gilberto Vermelho (PSDB).

terça-feira, 2 de junho de 2015

Em vídeo, Tico fala sobre a ideologia de gênero

Ontem aconteceu a audiência pública para se discutir a emenda do vereador Campos Filho sobre a ideologia de gênero, que visa impedir que o tema seja parte do currículo escolar em nosso município. Para o vereador Tico Costa, "infelizmente, vimos mais uma vez um confronto e insultos mútuos entre grupos favoráveis e desfavoráveis à questão que lida com a sexualidade das pessoas. No último dia 29, dei a minha opinião sobre o tema, do qual serei relator, e o vídeo do que falei segue abaixo".

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Centro de Cultura Popular Brasileira Coquinho Baiano é declarado órgão de utilidade pública municipal


O projeto de lei que declara órgão de utilidade pública municipal o Centro de Cultura Popular Brasileira Coquinho Baiano, que difunde a Capoeira como esporte e forma social de unir as pessoas, foi aprovado. "Parabéns a todos os integrantes da entidade, importante para Campinas e com trabalho em outras cidades. Que cresça cada vez mais no seu trabalho junto a sociedade, que integra cerca de 450 jovens nos dias de hoje", afirmou o vereador Tico Costa, autor do projeto. Abaixo, a justificativa que foi encaminhada ao plenário junto com o projeto de lei.

JUSTIFICATIVA

A Capoeira, segundo estudos, teve a sua origem na África, mais precisamente em Angola, no Século XVII do último milênio, em rituais que misturavam festa e competição. Ela chegou no Brasil com a vinda de escravos africanos. Segundo estudos, há registros da prática da Capoeira nas cidades de Salvador (BA), Rio de Janeiro e Recife (PE) desde o Século XVIII. Mas foi com o grande aumento do número de escravos urbanos e da própria vida social nas cidades brasileiras que essa prática teve maior difusão e notoriedade.
No passado, chegou a ser reprimida e proibida por lei em diversas cidades do País. Até o ano de 1.930, por exemplo, a prática da capoeira foi proibida no Brasil, pois era vista como uma luta violenta e subversiva. A polícia recebia orientações para prender capoeiristas que a praticavam. Mas, no ano de 1.930, um importante capoeirista brasileiro - mestre Bimba - apresentou a mostrou para o então presidente Getúlio Vargas. E ele gostou tanto dessa arte que a transformou em esporte nacional brasileiro.
Depois, a Capoeira não parou de crescer em importância no País e no mundo. A Roda de Capoeira, que é a reunião de pessoas para praticar o esporte, foi registrada como bem cultural pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 2.008, com base em inventário realizado nos estados da Bahia, Pernambuco e Rio de Janeiro, considerados berços dessa expressão cultural. Já em novembro de 2.014, a Roda de Capoeira recebeu o título da Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Unesco (braço da Organização das Nações Unidas para educação, ciência e cultura).

REFERÊNCIA EM CAMPINAS
Em Campinas, o Centro de Cultura Popular Brasileira Coquinho Baiano, com sede na Rua Dr. Quirino, 1.230, no Centro, foi criado como instituição, de forma oficial, em 18 de abril de 2002. Mas ele existe desde 1.976, quando os mestres Godoy e Maya decidiram fundar a “Academia de Capoeira Coquinho Baiano”. Com o objetivo de incentivar a prática desportiva da Capoeira em âmbito nacional ou internacional, o Centro de Cultura incrementa e incentiva a prática da Capoeira como forma de promoção social. Além disso, incentiva programas de assistência social visando a integração da população mais carente à sociedade, além da inclusão digital e social dessas comunidades. Ainda age com ações de combate à discriminação e incentiva programas socioeducativos e socioculturais, entre outras políticas inclusivas.
Na “Academia de Capoeira Coquinho Baiano”, por onde passaram inúmeros capoeiristas, o convívio é voltado à integração de preceitos humanitários com o desenvolvimento do jovem. Hoje há cerca de 450 jovens no projeto. Nele, muitos se formaram mestres, contramestres e instrutores e a entidade tornou-se referência de Capoeira e palco para encontros e discussões das mais variadas manifestações culturais brasileiras. Hoje é uma das poucas associações do gênero formadas na década de 70 que resistiram ao tempo.
Atualmente, o Centro de Cultura Popular Brasileira Coquinho Baiano mantém vários núcleos, principalmente no Estado de São Paulo e em alguns países da Europa, contribuindo para a valorização e o reconhecimento social, cultural e educacional da Capoeira, além de cultivar a relação entre o mestre e seus discípulos, vivenciando a complexidade da Capoeira - seja como arte marcial, jogo, dança, música, esporte, expressão corporal ou filosofia de vida.
Como mostra o site da entidade (http://www.coquinhobaiano.org.br/), um dos projetos desenvolvidos na sede de Campinas é o “Capoeira Ginga Brasileira”, que oferece situações de aprendizagem que desenvolvam em seus participantes seu potencial criativo, sagacidade e astúcia. Dessa forma é possível se enfrentar dificuldades e trabalhar as limitações de forma a assegurar maior motivação e autoconfiança, auxiliando o desenvolvimento pessoal e social, valorizando o próprio desempenho, além de ressaltar a importância do envolvimento de todos participantes para se alcançar um objetivo comum. Com isso, há a promoção e transmissão de valores e referências para as novas gerações, a criar jovens como homens e cidadãos, agentes transformadores de uma sociedade com igualdade de direitos. Enfim, um serviço de relevância social e humanitária.

Em programa de tevê, Tico discute função de vigia de rua

O vereador Tico Costa participou hoje do programa Questão de Ordem, da TV Câmara. Foi para tratar da questão da regularização da função de vigia de rua. Participaram com ele o 2º vice-presidente do Sevesp (Sindicato das Empresas de Segurança Privada, Segurança Eletrônica e Cursos de Formação do Estado de São Paulo), Waldemar Pellegrino Júnior, e Rosivelter Aparecido da Silva, vigia autônomo há 20 anos na função. "Aos poucos, avançamos rumo a criar uma legislação para o setor", disse o vereador.

terça-feira, 26 de maio de 2015

Gabinete itinerante vai ao Jardim Aurélia


Hoje teve gabinete itinerante do vereador Tico Costa na região do Jardim Aurélia. Foi na Rua Sud Menucci, 340, ao lado da Padaria Taynara. No local, uma equipe recebeu reivindicações de demandas da população da região para encaminhar aos órgãos competentes da Prefeitura. "É uma forma de mantermos nosso mandato junto com as pessoas, nos bairros, e não apenas na Câmara. É nosso dever de parlamentar: ir às ruas para ouvir aquele para quem devemos trabalhar - os moradores de Campinas", disse Tico.